a madeira não é só um jardim



tinha que ser. faltava um teatro neste blog e eu trouxe-o do funchal, em abril. chama-se baltasar dias e homenageia "o autor dramático e poeta cego e pobre do século XVI", segundo as enciclopédias. Escreveu, entre outras coisas, o "Auto de Floripes", ainda hoje representado em quase todos os países lusófonos.
Etiquetas: Teatro


3 Comments:
Bem-vindo Pedro. E que era mesmo que faltavam aqui teatros. Este é lindo e dá para cheirar o mofo e o pó, e as tintas, e as madeiras e os tecidos...
Já agora, que dizes tu que calcorreaste centenas de teatros: todos os teatros têm o mesmo cheiro?
Não serão centenas, mas é verdade que já lá vão alguns...
O cheiro não é sempre o mesmo: para além do mofo e do pó, que efectivamente se sente no Baltasar Dias, também há o cheiro a novo (Bragança, Vila Nova de Foz Côa, Santa Comba Dão), o cheiro a pipocas (Portimão), o cheiro a história (Évora), o cheiro a esperança (Braga), o cheiro a sardinha assada (Oficina Municipal do Teatro) e até o cheiro a esturro (Teatro da Cerca de São Bernardo).
Brevemente neste blog, mais uma "perla preciosa", como diria Gil Vicente, que trouxe do Algarve. Até lá!
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