quinta-feira, setembro 01, 2005

troncos







Nestes dias, tenho-me lembrado de uma exposição que vi, há cerca de um ano, numa cidade do país ao lado. Poder-se-ia contar assim: para ter o pretexto (e a coragem) de tirar da terra árvores que tinham morrido, houve quem se lembrasse de dá-las a pintar a quem disso percebia. A terra ficou certamente livre para outras e as primeiras não sucumbiram à cinza.
Quando à volta tudo termina em terra queimada, em perda, em desolação, estas coisas coisas percorrem-nos a memória.

Etiquetas: