Torun, Polónia



Não sendo uma das primeiras referências quando se fala da Polónia, Torun acabou por ser uma agradável surpresa.
É impossível esquecermo-nos que estamos onde Nicolau Copérnico nasceu e que a cidade foi em tempos ocupada por sapos (há-os por todo o lado). Valeu, na altura, um violinista inspirado que os seduziu e levou para fora da cidade.
Mas há também lugar para o simpático cachorro com chapéu de côco na cabeça e chapéu de chuva na ‘mão’ (figura de cartoon afamada) e para o pão de gengibre (doce, salgado ou assim-assim). Acresce a monumentalidade. Os patamares primeiros da comunicação – linguagem gestual e intuição – têm aqui um lugar de eleição. É muito difícil encontrar alguém que fale inglês ou francês. Isso tem muita graça. Pessoalmente, gosto de segundas referências.
Etiquetas: Polónia


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