terça-feira, novembro 07, 2006
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rosa dos ventos
lembrar a matapa no gelo do norte/ molhar no wasabi o camarão do sul/ rolinhos e cubos cortados com sorte/ e uma faca aquecida no atlântico azul
eu globalizo, tu globalizas, nós/ globalizamos com esteira e cerveja/ chopinho, chorinho e vira do minho/ e vinho exportado, lembrado e saudado/ e bebido à saúde./
à vossa!
Pedro
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3 Comments:
que giro. deve ter sido uma optima sensacao. os efeitos das nuvens tambem tem piada. bela foto.
é muito especial sim. e conta bastante sabermos que é o "deserto dos desertos" (e isto não resulta de critérios quantitativos). uma mesma ou idêntica paisagem, que não fosse o Sahara, não teria o mesmo impacto e solenidade
Nuno, acretaste em cheio em duas coisas que me cortam a respiração. A primeira os embondeiros, árvores com espirito, envolvidas em magia, como alguém dizia lá em baixo. Lembram-me o principezinho e também por isso estão na esfera do não real. Tenho uma sensação fantástica quando me cruzo com um.
E, agora, o deserto. Tive esta imagem uma vez. Depois de seis horas de sono, atrevo-me a abrir a janela, mesmo estando o avião todo escuro, e dou com os olhos nesta paisagem. Sem nuvens a minha. Já a tentei descrever várias vezes, também já me olharam com ar de quem acha que eu estava ainda a dormir. Obrigada pela prova. Lá em baixo, também umas boas fotografias da parte boa de luanda...
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