santiago


Relembrem-na ao som de Amanecer, de Carlos Nuñez, e deambulem pelas suas ruas de pedra molhada. Ouçam o mundo inteiro nas vozes dos turistas. Bebam o café da manhã no Derby, à entrada do casco viejo, e terminem o dia na Casa das Crechas, quem sabe se a festejar o 25 de Abril, ao som do Zeca, cantado em galego.Se gostarem, rezem. Se preferirem, gritem non a guerra ou nunca mais!
Também podem ir ao teatro. Ao Principal, ao Salón Teatro, à Sala Nasa, ao Teatro Galán, à Sala Yago, ao Auditorio Galicia.
Toda a gente devia ir, pelo menos uma vez por ano, a Santiago. Para lembrar que as cidades não têm que ser todas assim.
Etiquetas: Espanha


4 Comments:
E podia haver melhor motivo para desejar raivosa e sequiosamente ir a Santiago?
Ja estive a ler o blog... apetece nao parar. A Marisa tem razao, e um excelente antidoto para os dias sombrios. Pensar que aquilo tudo e' genuino, pensar que tudo aquilo e' publicado por outros, pensar que tudo aquilo e' o vereador da cultura... A primeira ideia e' de increduelidade, mas depois surge-nos a suspeita (quase certeza) de que se calhar ha' mais assim como ele. E assim se explica Coimbra. Ainda ouco a Marisa a declamar a de Cabo Verde. Pensava que estaria a exagerar, mas nao... 'e mesmo assim.
o problema, aquilo que estraga a piada, é que o senhor tem, vejam só, legitimidade democrática. Apetece citar o churchill, mas só a primeira parte: "democracy is the worst form of government...".
Para além disso, o que seria verdadeiramente interessante, era fazer um blog com o que encarnação (não) dixit, o que isabel pires de lima (não) dixit, o que sócrates (não) dixit, o que cavaco (não) dixit.
Acho que já não sou um democrata.
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