Quarta-feira, Julho 27, 2005

Em Paris não chove de qualquer maneira

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Terça-feira, Julho 26, 2005

Ainda em Maastricht... o antes e o depois


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Segunda-feira, Julho 25, 2005

Dos mais lindos por onde passei...

Porque a beleza dos lugares faz-se também das pessoas,


da magia dos momentos,

da imponência e do bom gosto dos monumentos...



Angoche, Província de Nampula, Moçambique

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Piscina de ondas em Castanheira de Pera










Como não podia deixar de ser é a maior piscina de ondas do país. Será, talvez, a mais bem localizada. Abençoada pela presença da igreja e pela vigilância do cemitério, no cimo do monte.
Não se pode dizer que não é impressionante. Pela dimensão e pelo modo como surge na paisagem. Nela se depositam grandes esperanças (tal como se devem ter depositado muitos euros): que tire a povoação da decadência económica e demográfica.
Além disso é um sítio bem aprazível. É utilizado pela população local e é excelente para as crianças.
O acesso é 2,5 euros por adulto, 1 euro para os idosos e grátis para as crianças até aos 10 anos. É proibido levar qualquer tipo de alimento para dentro do recinto, o que limita a feijoada e o garrafão de vinho. De resto, é simpática a forma como as pessoas usam o espaço e a atenção dedicada do batalhão de porteiros, vigilantes, nadadores-salvadores...
As ondas da piscina, essas, aparecem de meia em meia hora, anunciadas pela sirene e sob o olhar atento dos nadadores-salvadores.

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Maastricht não é só a terra do tratado...








Aconselho vivamente o Hotel du Casque. É central e é em conta. Melhor ainda se ficarem com o quarto do terceiro andar que tem a varanda de Julieta.

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Quinta-feira, Julho 21, 2005

New York, New York


Onde ficar:
The Pickwick Arms Hotel
230 East 51st Street New York
Tel: 212-355-0300 Fax 212-755-5029
http://www.pickwickarms.com/

$80 - $100 / noite

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Chinatown


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Quarta-feira, Julho 20, 2005

Macossa

O distrito de Macossa situa-se na região norte da província de Manica, interior de Moçambique. Com uma densidade populacional muito baixa, a maioria dos habitantes vive em pequenos aldeamentos, constituídos por apenas uma família, composta, em regra, pelo homem, as várias mulheres e os filhos. Os hotéis não se recomendam, os restaurantes também não, as estradas são pouco aconselháveis e ficar doente é proibido. O computador fica em casa, as leituras fazem-se antes do pôr do sol e qualquer aparelho de som deve ser alimentado a energia solar, eólica ou pilhas. À noite, espera-se boa companhia, melhores repelentes e uma garrafa de vinho (ou duas) bem escolhida vinda de outras paragens. Não vale pensar nas cobras (ou estar com alguém que pense nelas em voz alta). Duas ou três velas e lanternas que, em noites de lua cheia, quase são dispensáveis. Às nove horas é altura de dormir, a menos que a conversa não se gaste. O pôr do sol, cuja intensidade nenhuma fotografia capta, é sublime, bem como o céu à noite ou a variadíssima mistura dos verdes da vegetação durante o dia. O conforto está longe de atingir padrões mínimos e, no entanto, algumas semanas sem qualquer meio de comunicação, juntamente com o deitar cedo e cedo erguer e as paisagens lindíssimas, conseguem ser renovadoras. Não esquecer de levar alguns mantimentos, que não precisem de refrigeração. Fruta e legumes não se encontram. O cereal que predomina é a mapira. A visita é muito pouco aconselhada para quem não come galinha ou cudos antílopes.

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Segunda-feira, Julho 18, 2005

Grande Hotel da Curia

Este hotel é único, belissimo e tem uma imensa personalidade. Tem o charme da decadência porque nele se pressentem os seus tempos gloriosos de princípios de século passado.
A mistura de peças e recantos belissimos com os acrescentos de mau gosto, a degradação de algumas das suas peças mais únicas, a mistura impressionante de tudo, o mau gosto incrível das pinturas nas paredes, a imponência dos lustres e dos candeeiros, a presença de segredos em cada cada gaveta e canto de armário, os jarrões horríveis da entrada... e o mais não vi os quartos
Apetece ficar demoradamente em cada um dos sofas e em cada uma das salas, a ler um livro do Stephen King e a ouvir a grafonola velhissima.
Deve valer bem a pena passar um fim de semana para espreitar tudo e viajar vertiginosamente no tempo. Até porque não deve tardar muito até que nele se faça obras e se torne um hotel igual aos outros.

http://www.grandehoteldacuria.com/home.php

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Sábado, Julho 16, 2005

Printemps Paris

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Segunda-feira, Julho 11, 2005

Coimbra do alto da Sé Nova

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Sexta-feira, Julho 01, 2005

Hotel Le Coin - Amsterdam


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